Febre amarela no Brasil:um risco para a saúde pública

Wender Antonio Oliveira

Resumo


A febre amarela silvestre ocorre pela penetração do homem no ciclo enzoótico natural, onde o principal vetor são os mosquitos do gênero Haemagogus. Na febre amarela urbana, eliminada do país desde o ano de 1942, o vírus é introduzido no ciclo de transmissão pelo homem, que se constitui no único hospedeiro e o mosquito Aedes aegypti é o seu principal vetor1.A vacina contra a febre amarela é ofertada no Calendário Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) e é enviada, mensalmente, para todo o país. Para pessoas de 2 a 59 anos, a recomendação é de duas doses. Pessoas com 60 anos ou mais, que nunca foram vacinadas, ou sem o comprovante de vacinação, o médico deverá avaliar o benefício desta imunização, levando em conta o risco da doença e o risco de eventos adversos nesta faixa-etária ou decorrente de comorbidades.


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Referências


- Vasconcelos PFC, Febre amarela: reflexões sobre a doença, as perspectivas para o século XXI e o risco da reurbanização. Revista Brasileira de Epidemiologia.Vol.5, N°2. 2002. Pag. 244 a 258.

- Travassos da Rosa APA, Vascocelos PFC, Hervé JP,Travassos da Rosa JFS. Febre amarela silvestre no Estado do Pará, Brasil, 1984. Boletim Epidemiológico (MS) 1984; 16: 97-104.

- Nobre A, Antezana D, Tauil PL. Febre amarela e dengue no Brasil: epidemiologia e controle. Rev Soc Bras Med Trop 1994; 27(Supl III): 59-66.

- Brasil. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Alteração ao Regulamento Sanitário Internacional (2005), anexo 7 (febre amarela). Disponível em: < http://www.anvisa.gov.br/HOTSITE/VIAJANTE/TRADUCAO.PDF>. Acesso em 15/01/2017.


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Brasília, v. 5, n.1, RESUMOS - EDIÇÃO ESPECIAL 2018

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